terça-feira, 27 de maio de 2014

SEGREDO DA PRESERVAÇÃO TRANSGERACIONAL

“A tua Fidelidade é constante em todas as gerações...”  Sl.119.90a

No mês da família, algo que inquieta é a falta de preocupação com o legado; aquilo que vai ser deixado para outras gerações. A falta de investimento por algo que seja constante e sustentador entre o estamos crendo, vivendo, usufruindo hoje e o que a próxima geração vai crer, viver e usufruir.

Desde a água - que é usada como se fôssemos os últimos da fila, e todo o resto fosse para levarmos para casa - até a questão do discipulado sobre o futuro. Se olharmos para traz, toda geração que fez assim, declarou a morte daquela cultura, região, patrimônio.

A principal questão a considerar é sobre a fé: o legado espiritual. O salmista nos consola dizendo que A Fidelidade de Deus é que mantém as coisas, mas se nós nos estribarmos nela  tudo será bem melhor! 

É Ele que estabelece e firma todas as coisas – a terra e todos os planetas e estrelas são a grande prova disto – inclusive famílias que se sustentam por algumas gerações, na política, na igreja, na liderança das cidades. 

A fidelidade do Senhor – por que Ele tem uma história com gerações e oportunidades – nos permitem um período para perceber isto e depois, naturalmente esta mesma fidelidade à justiça e à ordem, se encarrega de tirar e punir os que não declararam Sua Fidelidade.

Mesmo nas gerações e famílias que tentam repassar a fé e a responsabilidade para os sucessores precisam entender que “toda  perfeição tem limite, mas não há limite para o seu mandamento” ratifica o sábio no verso 96; então a dependência da fidelidade do Senhor, é o grande segredo para a continuidade da benção entre gerações.

O grande dilema é coração do homem. Não basta saber disto. Temos que ter prazer nisto. Não basta conhecer  Deus. Temos que desejá-lo e nosso coração se empolga em muitas invenções. 

“Se a tua lei não fosse o meu prazer, o sofrimento já me teria destruído” (92). Além do sofrimento natural da vida, será muito sofrido se estivermos fazendo a coisa certa com o coração em outro lugar. 

Nosso prazer tem que ser o Senhor.

Então vamos lembrar ao nosso coração de “jamais se esquecer dos preceitos do Senhor”, pois é por meio deles que nossa vida, nossa família e as gerações futuras são preservadas.

Desejando que o seu coração deseje Tudo de Deus,

Pr. Cleydemir de Oliveira Santos
Primeira Igreja Batista Nacional de Ipatinga

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Palavras de paz. Atos de guerra


Apesar do terrorismo e das nuvens de guerra que encobrem o Oriente Médio, a perspectiva de uma paz como o mundo nunca viu parece uma esperança realista. Com toda certeza, as nações do mundo irão estabelecer uma paz internacional sem precedentes, e talvez até num futuro bem próximo, porque há milhares de anos a Bíblia previu que nos últimos dias haveria uma falsa paz.

No entanto, esse tempo de paz é profetizado, não com alegria, mas com grande tristeza, pois os profetas afirmaram que logo em seguida viria um holocausto que ameaçaria a sobrevivência de todos os seres vivos do planeta. Por quê? A resposta dessa pergunta envolve o conteúdo da Bíblia como um todo, que de fato profetiza a existência de doisperíodos de paz mundial. O primeiro será um tempo limitado durante o governo do Anticristo, e o segundo será estabelecido pelo retorno de Jesus Cristo em poder e glória para governar este planeta, onde Ele foi tão cruelmente rejeitado e crucificado.

Os habitantes da Terra, cansados de tantas guerras, receberão o primeiro período de paz com verdadeiro êxtase, certos de que o Milênio chegou. E durante algum tempo parecerá que os problemas econômicos, sociais e ambientais do mundo foram realmente resolvidos. Mas tudo será uma grande ilusão. Os profetas bíblicos alertaram que essa falsa paz seria o prelúdio da Grande Tribulação (depois que Cristo levar sua Igreja para o céu, no “Arrebatamento”) e terminaria sete anos depois, na mais devastadora guerra da história da Terra – o Armagedom! Numa sombria revelação, o apóstolo Paulo declarou:
“Quando andarem [o mundo, não os verdadeiros cristãos] dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1 Tessalonicenses 5.3).

Por um lado, parece incompreensível que a paz internacional, depois de finalmente alcançada, possa ser o prelúdio do desastre. Porém, o que mais se poderia esperar de uma “paz” estabelecida pelo Anticristo? Como sempre ocorreu ao longo da história, os líderes mundiais de hoje realizam suas negociações sem levar em conta o papel fundamental que cabe ao Príncipe da Paz, Jesus Cristo. Se a humanidade pudesse estabelecer uma paz justa e duradoura por seus próprios meios, desmentiria a Bíblia, pois esta declara que a paz verdadeira só pode vir quando o reino de Jesus Cristo for estabelecido na Terra. De fato, todas as tentativas humanas neste sentido estão condenadas ao fracasso por causa da própria natureza pecaminosa do homem.
Onde estão os que anunciam a verdadeira paz?
Será que estamos sugerindo que os líderes mundiais não deveriam tentar obter uma paz global? Não, claro que não; eles precisam tentar. Mas os não-cristãos não percebem a inutilidade de seus esforços, e tentam todos os meios possíveis para garantir a paz.
Será que estamos sugerindo que os líderes mundiais não deveriam tentar obter uma paz global? Não, claro que não; eles precisam tentar. Mas os não-cristãos não percebem a inutilidade de seus esforços, e tentam todos os meios possíveis para garantir a paz. É claro que os líderes políticos cristãos também têm que se juntar a seus colegas seculares na busca pela paz. Porém, ao mesmo tempo, eles precisam declarar solene e claramente ao resto do mundo que a única esperança verdadeira de uma paz global é arrepender-se por ter violado as leis de Deus, receber Jesus Cristo como o Salvador que morreu pelos pecados do mundo e depois pedir-Lhe que volte a esta Terra para reinar.
Mas onde estão os líderes políticos cristãos com coragem para isso? E se o fizessem, quem ouviria? Assumir uma posição firme ao lado de Cristo, sem fazer concessões, seria o fim de qualquer carreira política.
Após a ressurreição de Cristo, Pedro explicou aos primeiros gentios convertidos que deveria ser pregada a paz por meio de Jesus Cristo (Atos 10.36). Para a maioria dos cristãos de hoje, um pensamento assim é considerado radical. Qual é o pastor ou evangelista com programa de rádio ou televisão que prega a paz global por meio de Jesus Cristo hoje em dia? Paulo declarou que esta paz era “a vós outros que estáveis longe [gentios] e paz também aos que estavam perto [judeus]” (Efésios 2.17) – e que ela só era possível porque Cristo morreu pelos pecados do mundo (2 Coríntios 5.18-19).
Os que se propõem estabelecer uma paz internacional através de um governo mundial, sem convidarem Jesus Cristo para reinar, estão obrigatoriamente do lado do Anticristo. Essas pessoas estão preparando o mundo para o governo do Anticristo, quer reconheçam isso ou não. Esse é o perigo que ronda todos os esforços terrenos no sentido de estabelecer a paz e a unidade internacional.
A ilusão do ecumenismo

Só existem duas pessoas que terão controle absoluto sobre este mundo. A primeira é o Anticristo, e a segunda é o Senhor Jesus Cristo. Todo ser humano precisa escolher entre esses dois antagonistas e seus reinos opostos. Não existe zona neutra.
Algumas pessoas sugerem que deveríamos manter a idéia da volta de Cristo para reinar sobre o planeta Terra como símbolo de alguma “verdade espiritual” conveniente a todas as religiões. Ao dizer isso, negam o próprio fundamento da fé cristã. O Cristianismo se baseia nas afirmações que Cristo fez a respeito de si mesmo e nos relatos das testemunhas oculares de sua vida, morte e ressurreição, registrados no Novo Testamento, em inegável cumprimento das profecias do Antigo Testamento. As características que tornam o Cristianismo único são irreconciliáveis com quaisquer outras crenças religiosas, e qualquer tentativa de promover uma unidade ecumênica é uma negação do Cristianismo bíblico. Coerentemente com o caráter singular do Cristianismo, a Bíblia também ensina que a paz não será estabelecida neste mundo através do triunfo dos ensinamentos de Cristo, mas somente através de seu retorno em pessoa para reinar no trono de Jerusalém. De fato, os ensinamentos de Jesus Cristo não podem ser separados de sua própria pessoa. Foi assim que Jesus confrontou os líderes religiosos judaicos de sua época:
“Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida” (João 5.39-40).
Como alguém se atreve a pensar que um mundo que está quase pronto para o juízo possa ser salvo por cristãos envolvidos em ativismo social/político juntamente com humanistas, ateus e seguidores de todas as religiões! A Escritura repete várias vezes que nada, a não ser a volta pessoal e física de Cristo à Terra, pode acabar com a maldade e o sofrimento deste mundo. Paulo declarou que “toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora”, pois aguarda ansiosamente uma libertação que só pode ocorrer através da“revelação dos filhos de Deus” (Romanos 8.19-22). Paulo deixa bem claro o que isso significa: que só quando os cristãos tiverem recebido seus corpos imortais e forem glorificados com Cristo (vv. 23-25), dominando e reinando sobre a Terra juntamente com Ele, é que o planeta estará livre de toda desordem e sofrimento.

Os últimos dias antes da volta de Cristo são de fato profetizados como um período de crescente maldade, erro e engano espiritual, tanto no mundo quanto na pretensa igreja cristã. Entretanto, na Escritura também existem indícios de que nesse período milhões de pessoas em todo o mundo receberão a Cristo como Salvador e Senhor, acelerando assim a Sua volta. Muitos serão os mais improváveis candidatos à salvação – seguidores da Nova Era, viciados em drogas, presidiários, comunistas, muçulmanos, católicos, os pobres e os párias da sociedade – como Cristo parece indicar na parábola da grande ceia:
“Voltando o servo, tudo contou ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Sai depressa para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos. Depois, lhe disse o servo: Senhor, feito está como mandaste, e ainda há lugar. Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa” (Lucas 14.21-23).
Os evangélicos costumam apresentar o Evangelho exclusivamente como a forma de resolver o problema do pecado pessoal e obter um lar eterno no céu, esquecendo-se de proclamá-lo como o meio proporcionado por Deus para trazer paz a este planeta conturbado, como fizeram os anjos no nascimento de Cristo e como fazia a Igreja primitiva. É dever de todo líder político cristão, seja ele presidente, embaixador ou qualquer outra autoridade, deixar bem claro para o mundo inteiro que todos os esforços humanos para obter a paz são inúteis, a menos que Jesus Cristo seja convidado a voltar à Terra para reinar no coração das pessoas e sobre todas as nações.
Analisando os acontecimentos de hoje à luz da Escritura

Sob o ponto de vista da profecia bíblica, a recente onda de democratização dos países comunistas, com o restabelecimento de vários direitos civis e estreitamento das relações com o Ocidente, deve ser avaliada com muita cautela, e não com essa euforia que se vê por aí. Não podemos desprezar as orientações da Escritura na hora de analisar os acontecimentos atuais – e, se realmente prestarmos atenção ao que a Palavra de Deus diz, perceberemos que aquilo que vem ocorrendo em escala crescente ao redor do mundo pode muito bem levar, não à solução dos problemas da humanidade, mas ao maior desastre da história.
Como podemos fazer uma declaração tão incisiva? Não é arriscado tentar correlacionar os acontecimentos atuais com a profecia bíblica? Sim, de fato, é. Porém, se a profecia bíblica a respeito dos “últimos dias” é verdadeiramente inspirada por Deus, tem que haver um momento em que os acontecimentos estarão se desenrolando exatamente como os profetas previram.
A euforia que tomou conta de milhões de pessoas ao se verem livres do regime comunista na Europa Oriental e na antiga União Soviética foi rapidamente seguida pela angústia de uma pobreza ainda maior.

A euforia que tomou conta de milhões de pessoas ao se verem livres do regime comunista na Europa Oriental e na antiga União Soviética foi rapidamente seguida pela angústia de uma pobreza ainda maior. A opressão governamental foi substituída por uma ilegalidade crescente, uma inundação de seitas, a explosão da imoralidade, da corrupção e do ocultismo. As repúblicas do Leste europeu viram a ascensão do domínio islâmico junto com o terrorismo que o acompanha. Será que a história está repetindo seus ciclos? As esperanças humanistas de um mundo novo e melhor aparentemente são justificadas pelas extraordinárias promessas da tecnologia. Porém, a profecia bíblica abre os olhos de todos os que prestam atenção ao que ela diz.
A interessante biografia de Sir Winston Churchill escrita por William Manchester traz algumas lembranças desagradáveis e assustadoras sobre Hitler – um homem que chegou muito perto de ser o Anticristo, e que durante algum tempo enganou todo o mundo com suas promessas de paz:
Thomas Jones, que durante um quarto de século freqüentara Whitehall, escreveu em seu diário: “...todas as pessoas que se encontraram com Hitler estão convencidas de que ele é um elemento-chave para a paz...”

Falando à imprensa após reunir-se a portas fechadas com Hitler durante uma hora, Lloyd George declarou que o considerava “o maior alemão vivo...”

Arnold Toynbee [...] igualmente fascinado pelo chanceler do Reich, afirmou estar “convencido de sua sinceridade em desejar tanto a paz na Europa quanto uma estreita amizade com a Inglaterra”.[1]

Winston Churchill não deixou-se iludir por Hitler, mas foi praticamente o único a alertar o mundo de que as verdadeiras intenções do Führer (Líder) mergulhariam a Europa numa guerra. Fazendo um retrospecto, com a noção clara que temos hoje, parece incrível que as figuras mais proeminentes da época tenham sido quase unânimes em elogiar o semideus irracional que acabou se tornando o líder da Alemanha e em confiar que a paz estava garantida. A ilusão foi quase universal. No entanto, a estrela política em ascensão era um perigoso megalomaníaco que viria a ocupar lugar de destaque na galeria dos maiores monstros da história. Além disso, desde o início ele já havia revelado claramente seus propósitos malignos, tanto em Mein Kampf (Minha Luta) e outros textos quanto em seus discursos. Mas o mundo estava tão ansioso para obter a paz a qualquer preço que praticamente ninguém quis enxergar a dolorosa verdade.

A mesma coisa continua acontecendo. Assim como ocorreu com Churchill na Inglaterra, Netanyahu é um dos poucos líderes israelenses que não foi iludido pelas promessas feitas por Arafat em Oslo. Ele escreveu: “[...] meu partido e eu éramos praticamente os únicos que diziam que Arafat não cumpriria sua palavra [...]. Todo mundo nos acusou de sermos inimigos da paz [...]. Nosso argumento era de que a entrega de Gaza a Arafat criaria imediatamente um paraíso para os terroristas [...]”. É claro que ele estava certo.[2]

A história já provou várias vezes que os líderes internacionais podem enganar e ser enganados. Acontecimentos importantíssimos podem ser terrivelmente mal-interpretados. Às vezes, a paz e a segurança parecem mais garantidas justamente quando o mundo na verdade se encaminha para o desastre. Por outro lado, o terrorismo global ainda fora de controle e a dificuldade de se encontrar uma solução para a situação em Israel podem constituir o catalisador necessário para o surgimento da falsa paz de que falam as profecias. O inesquecível pronunciamento do embaixador do Tadjiquistão na sessão de emergência da ONU convocada após a devastação de 11 de setembro de 2001, pode muito bem ser profético: “Não existe nada que a história registre ou a mente humana possa conceber que seja capaz de unir o mundo como este evento”.

Infelizmente, quando se trata de política, é quase impossível descobrir a verdade – o que aumenta ainda mais a necessidade de discernir o que a Bíblia diz. Se existe um momento na história em que precisamos pedir sabedoria a Deus e buscar entender o que sua Palavra profetizou para nossos dias, com certeza este momento é agora. (Dave Hunt -http://www.chamada.com.br)



Dave Hunt  (1926-2013).

Devido a suas profundas pesquisas e sua experiência em áreas como profecias, misticismo oriental, fenômenos psíquicos, seitas e ocultismo, realizou muitas conferências nos EUA e em outros países. 
Também foi entrevistado freqüentemente no rádio e na televisão. 
Começou a escrever em tempo integral após trabalhar por 20 anos como consultor em Administração e na direção de várias empresas. Dave Hunt escreveu mais de 20 livros, que foram traduzidos para dezenas de idiomas, com impressão total acima dos 4.000.000 de exemplares.

Fonte: 
http://www.chamada.com.br/mensagens/paz_guerra.html 

domingo, 2 de março de 2014

Barbárie


Parece que, nos dias atuais, o que era passado, primórdios da civilização, começa a ressurgir, crescer e ameaça ser o futuro.

Foi em 2000 que comecei a pressentir os primeiros sinais; pesquisei, estudei, até publiquei um livro no qual acentuei a descida dos últimos degraus inferiores da queda dos bons costumes, da ética, da moral, de princípios principalmente espirituais; o começo do fim!

Há uns 20 dias um adolescente, no Rio de Janeiro, furtou algo, desnudaram-no, surraram-no e o prenderam num poste com um cadeado de bicicleta; de lá para cá houve mais uns 8 casos de “justiça com as próprias mãos”; o retorno da Lei do Tãlião [Código de Hamurabi] - "olho por olho, dente por dente" .

Em 2000 não era eu um observador divorciado da Sociedade, a qual dizia as mesmas coisas que eu, conforme citei no meu livro.

Alguns poucos exemplos do capítulo “Ética”:

Reúne-se, há 50 anos, em Davos o Fórum Econômico Mundial. Os participantes levam a esse Fórum anual as maiores preocupações do mundo. 

No ano 2000, uma das maiores preocupações desses dirigente mundiais – a segunda – era o fim da ética tradicional.

A seguir, cito a manchete de 1ª.  pág. da Folha, de 28.01.2000: O Fórum Econômico Mundial foi aberto em clima de otimismo, contrastando com os temores expostos no encontro de 99. 

Os participantes – a nata da Academia, do Empresariado e dos Governos – destacaram a expansão dos EEUU e a recuperação dos países emergentes. 

Para Abby Cohen, da Goldman Sachs, a maioria das más notícias ficou para trás. Pesquisa entre empresários no Fórum mostra que, para eles, os desafios da próxima década são a mudança climática (20.3%), o FIM DA ÉTICA TRADICIONAL (15.7%) e a ineficiência das organizações internacionais (15.15%).

Também a Igreja Católica está preocupada com este assunto. A Campanha da Fraternidade, que neste ano de 2000 teve a adesão de 6 a 7 Igrejas Evangélicas, e que, via de regra propõem temas políticos (Sem-terra, sem-teto, sem emprego, sem banco, sem tudo, etc), também tem como texto base, agora, a “falta de freios éticos.”

A seguir texto de 1ª. página da Folha, de 09.03.2000: Para a CNBB, o Brasil está sem freios éticos – Texto-base da Campanha da Fraternidade de 2000, iniciada ontem, afirma que governantes brasileiros mantêm o País em um sistema social e político sem freios éticos. 

Redigido pela CNBB e assinado por outras igrejas cristãs, o documento diz que o sistema favorece países ricos e é mantido por órgãos como o FMI.

Também, neste ano se reuniu a 7ª. Bienal de Arquitetura de Veneza, entre os dias 17.06.2000 e 29.10.2000, e matéria publicada na Folha, em 12.06.2000, dizia: Ética urbana é tema de Bienal em Veneza, dizendo que a Bienal discutiria a ética que norteia os projetos urbanísticos das grandes cidades – o lugar paradigmático da crise, de acordo com o Diretor do Evento.

Temos que incluir a posição do Sr. Kofi Annan, Secretário Geral da ONU, e sua doutrina ética para promover a Paz Mundial.

Diz ele: Às vezes me pergunto por que o mundo é tão cruel, por que as pessoas são tão cruéis. E o que podemos fazer para melhorar essa situação. [Ele] pára por um momento e fecha os olhos. Continuo me debatendo com o mal. Ainda não entendo como pode haver tanta maldade. Não sei se, algum dia, entenderei. O que se vê hoje é uma degradação do espírito. E existe o impacto que essa maldade tem sobre pessoas jovens que vivem sem esperança, pessoas destruídas (Time).

Finalizando, o Governo Brasileiro, através do General Alberto Cardoso, Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, falando sobre violência (Folha 18.08.2000), disse: Estamos chegando próximo de um ponto de não retorno, acrescentando que ou se ataca com vontade problemas como o das injustiças sociais ou se chega a um ponto em que é melhor desistir.

Por fim: as Igrejas têm de se envolver em uma campanha de recuperação de valores espirituais, afirmou Cardoso, para quem o povo tem que se conscientizar da necessidade de lutar pela volta de alguns valores perdidos.
     
Hoje nossos valores éticos e morais não são mais baseados em Jerusalém, mas em Sodoma e Gomorra, conforme Gary J. Oliver em “7 Promessas de um Homem de Palavra,” pág. 102: Enquanto países não cristãos precisam urgentemente de evangelização, países cristãos precisam com a mesma, ou maior urgência, de reevangelização.

O mundo precisa mais do que nunca que os cumpridores de promessas se dediquem ao evangelismo. Billy Grahan certa vez afirmou ou nos voltamos para a Bíblia, ou voltaremos para as cavernas. 

E parece que a Lei das Cavernas está lentamente tomando conta das nações.

O teólogo Carl F. H. Henry comenta: estamos vendo uma invasão de bárbaros. O Dr. Henry compreendeu que se não houver uma onda de evangelização em que centenas de milhares de pessoas se convertam a Jesus Cristo, os bárbaros vão se apossar desta terra. 
E não serão os de fora, não. Serão os nossos filhos e netos que não se converterem (pág. 245/6). 

Estamos no "pré-tempo" do fim [princípio das dores]! É o momento de, de fato, vigiar e orar por essa situação! Acordemo-nos do sono! (Ef 5 14). 

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Plantando ventos!


O mundo vive hoje um verdadeiro caos em vários, senão todos, os aspectos: na economia, na política, na educação, na cultura, na ética, na moral, nos costumes, entre outros aspectos [sem mencionar a vida espiritual, esta abandonada pela maioria].

Nas estatísticas do IBGE o que mais cresce é o que se chama de “os sem Deus,” que subiram de 12,5 milhões para 15 milhões, entre 2000 e 2010.

O “politicamente correto”, que já foi longe demais, rege, comanda as ações, as palavras da sociedade quase que como um todo, prevalecendo a ausência da verdade para “afagar” os ouvidos alheios.

A sinceridade, o olho no olho, os alertas quanto aos perigos implícitos nos rumos que o mundo está se enveredando são evitados, ninguém quer saber disso, e reprova aqueles que ainda se arriscam em dizer a verdade.

Age-se assim com vistas a uma “agradabilidade” falsa, aparente, momentânea e contrária aos ensinos bíblicos, deixados pelo Senhor Jesus, do “seja, porém, a tua palavra: sim, sim; não, não. O que disso passar vem do maligno” (Mt 5 37).

No entanto, na contra-mão, os poderes constituídos se engalfinham em palavras inamistosas já não mais se sabendo as atribuições de cada qual; o executivo legisla [Medidas Provisórias], o judiciário dita normas, o legislativo é cooptado para fechar os olhos e tudo passa a ter uma aparência de lícito.

Domina a ilicitude, os réus ganham espaço na mídia para se contraporem, para ofenderem aos seus julgadores, os quais, entre si, se atacam veladamente; um aprova benesse para um condenado, o outro anula esse ato; são desafetos quando deveriam buscar um entendimento, um consenso, um respeito mútuo para resguardar a figura da Justiça, através de uma harmonia nos procedimentos de suas exclusivas competências.
Insatisfações, manifestações, reivindicações, rolezinhos, movimentos sociais, tudo isto é legítimo; ilegítimo, indecente, ilegal, imoral, irreverente, irracional são os “black-blocs”, o quebra-quebra, a baderna, a arruaça, o vandalismo, é a cara escondida [já não mais caras-pintadas], é a depredação, é o derruir os patrimônios público e privado.

Estamos plantando ventos, ventos só trazem tempestades, tsunamis, mortes! Sempre é preciso haver um cadáver para que as Autoridades tomem paliativas providências; isso até a próxima desgraça...

As “marcas” predominantes da maioria dos seres humanos [desumanizados], dessa nossa geração sem princípios firmes, “pré-tempo do fim”, estão elencadas na Palavra Profética de nosso Deus: “egoístas, avarentos, jactanciosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, amigos dos prazeres” (2 Tm 3 2-4).

Estes são os ventos que estão sendo plantados hodiernamente, a colheita logo vem, e não será paz, segurança, felicidade, bondade, amor, misericórdia, não! “De Deus não se zomba, e o que o homem semear, isso ele ceifará” (Gl 6 7).

Quantas mortes ainda são necessárias para que as Autoridades constituídas levem, de fato, o assunto a sério e ponham um paradeiro em tudo isso?

A nação sofre suas carências, as famílias vão convivendo, até certo ponto, com as injustiças, com o abandono a que estão relegadas; não há mais direitos, apenas deveres?

Os impostos escorchantes são pagos, chorados, pois doem no bolso, na cesta básica reduzida por falta de recursos, e a sociedade não vê o retorno em benefícios, em educação, cultura, saúde, segurança de verdade, não mais aparentemente.

Os números são maquiados para que haja uma aparência de objetivos, índices cumpridos pela manipulação, pelo engodo, pela ausência de transparência, pela inexistência de sinceridade, de honestidade, de credibilidade.

O povo já está sedado pelas inverdades dos seus dirigentes e se acha no direito de também mentir, furtar, roubar e os princípios vão, cada vez mais, se deteriorando, sendo desprezados, esquecidos, relegados a último plano, e toda uma nação se corrompe, e a alegação que mais se ouve é “todo mundo faz!”

Não estou fazendo a apologia da insurreição, não! Não estou pregando a desobediência civil, não!

A Palavra de Deus, bússola de nossas ações, orientadora de nossos procedimentos diz que temos que respeitar os nossos patrões, bem como as Autoridades, SEJAM BONS OU RUINS, mas no momento democrático oportuno [eleições] podemos nos reunir por um ideal único: alijar os maus políticos do cenário nacional.

“Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor, quer seja ao rei, como soberano, quer as autoridades, como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores como para louvor dos que praticam o bem (...). Servos, sede submissos, com todo temor ao vosso senhor, não somente se for bom e cordato, MAS TAMBÉM AO PERVERSO; porque isto é grato, que alguém suporte tristezas, sofrendo injustamente, por motivo de sua consciência para com Deus” (1 Pe 2  13-14 e 18-19).

Simples assim.

Edmar Torres Alves 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Fui ofendido!


Já ouvi de gente muito boa: você foi ofendido, ofenda! Apanhou na rua, bata também; é o nefasto retorno do olho por olho, dente por dente, mão por mão, perna por perna, desamor por desamor, ódio por ódio, injustiça por injustiça, a lei do talião [retaliação vem de talio], vingança com as próprias mãos.

A humanidade se desumanizando é um forte retrocesso aos costumes e às legislações passadas, à lei do talião que exigia “olho por olho, dente por dente”, quando, a partir do Senhor Jesus, as coisas mudaram. 

Disse ele: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mt 5 44), tendo dito antes “se alguém te bater em uma face, dá-lhe a outra também, se alguém pedir que andes uma légua, ande com ele duas, se alguém lhe pedir a túnica, dá-lhe, também a capa” (Mt 5  38-42 ).

No mesmo contexto, no Sermão do Monte, o Senhor Jesus diz: “Se, pois, ao trazeres ao altar a tua oferta [não necessariamente financeira, mas de vida, de serviço], ali te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa perante o altar a tua oferta, vai primeiro reconciliar-te com teu irmão; e, então, voltando faze a tua oferta” (Mt 5 23-24).

Nesse momento Ele alertou para que essa reconciliação seja feita com urgência, antes que chegue a lei, o juiz, o oficial de justiça e o prenda, de onde não poderá sair, enquanto não pagar o último centavo (v. 25-26).

Parafraseando o Senhor Jesus, e trazendo a situação para os dias de hoje, “pré-data do fim,” a situação poderia ser colocada em outros termos, qual seja, antes que o Senhor Jesus retorne para levar os seus [arrebatamento], encontrando-os nos ares, entre nuvens (I Ts 4 17), reconcilie-se com o próximo [parente ou não].

Se essa reconciliação não tiver ocorrido, por certo, os seus protagonistas serão deixados para trás, conforme o Senhor Jesus afirma na parábola das dez virgens; cinco delas, prudentes, foram encontradas com óleo nas botijas, e adentraram à festa, mas cinco delas, néscias, não tinham o óleo em quantidade necessária, e ao chegar o noivo, à meia-noite, fechou a porta e as deixou para trás, dizendo não conhecê-las (Mt 25 1-13). 

A humanidade se desumaniza, afirmei no início, e é essa a nossa situação hodiernamente, pois tivemos em duas semanas casos de pessoas que furtaram algo: um adolescente foi desnudado, açoitado e amarrado a um poste por um cadeado de bicicleta, isso no Estado do Rio. 

Poucos dias depois, em Santa Catarina, um adulto também furtou algo, e, espancado pela multidão, também foi amarrado a um poste; foram dois “quase linchamentos”, o retorno do talião: olho por olho, dente por dente, que o Senhor Jesus já revogara.

A vingança com as próprias mãos, o revide, a retaliação, a chacina, já desautorizados pelo Senhor Jesus, foram oficializados pelo Código de Hamurabi, no século 18 antes de Cristo, ou seja, há quase 3.800 anos, determinando o olho por olho, dente por dente, o que, praticamente está retornando com esses dois exemplos acima citados, que não são casos isolados.

É o retorno do desamor (Mt 24 12), é o desrespeito à Palavra de Deus, a qual outorgou princípios que trouxeram muita civilidade, muita ética, bem como implantaram bons procedimentos de cidadania nas relações humanas, conforme acima citados. 

A humanidade, que já zomba da Sagrada Escritura, volta às cavernas, traz de volta [des] princípios que o mundo ocidental todo abandonou, rejeitou em suas legislações constitucionais, códigos civis e penais, com excelentes resultados, retorno esse que deve ser prontamente desbaratado, desmobilizado, e esse é um dever nosso, como cristãos.

Nós, os cristãos, temos o dever de ensinar, pregar e testemunhar o que o Senhor Jesus ensinou, e, entre esses ensinamentos, está o que os editores da Palavra Sagrada chamam de “Oração dominical”, quando na verdade o “domus” leva-nos a tratar essa oração, do Pai Nosso, como “Oração do Senhor.”

Ele ensinou, na oração, “e perdoa-nos as nossas dívidas, ASSIM COMO nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mt. 6  12), tendo Ele reiterado após o texto da oração: 

“Porque, SE perdoardes aos homens, também vosso Pai celeste vos perdoará; SE, porém, NÃO perdoardes aos homens [as suas ofensas], TAMPOUCO VOSSO PAI  VOS PERDOARÁ AS VOSSAS OFENSAS” (Mt 6 14-15).

Já estamos vivendo dias difíceis, nação contra nação, povo contra povo, filhos contra pais, pais contra filhos; é o abandono de Deus, é o desprezo pela Bíblia, Palavra Santa do nosso Deus e Pai, é o princípio da apostasia [negação da fé], um dos procedimentos que antecedem os dias do fim, que o Senhor Jesus chamou de “princípio das dores” (Mt 24 8).

No mesmo contexto aconselha Ele: “Portanto, vigiai, porque não sabeis em que dia vem o vosso Senhor” (Mt 24 43).

É tempo de vigília, é tempo de oração, é tempo de acordar do sono espiritual, é tempo de ação para alcançar aqueles que ainda estão fora da família de Deus (Jo 1. 12-13), pois o Pai não quer que nenhum pereça (Mt 18  14).

Simples assim.

Edmar Torres Alves - editor

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O Céu desceu e veio à terra


O céu veio ao nosso encontro, o céu veio à terra; e se fez homem habitando entre nós; desde a primeira Palavra Profética a respeito [cerca de 700 anos antes do nascimento de Jesus] até à derradeira, a do anjo; anjo que anunciou o nascimento de Jesus, o Deus Filho, que se humilhou na forma de homem, e deu a sua vida por nós. 

E foi assim, morrendo e ressuscitando, que Ele se tornou "O Salvador", que o anjo anunciara (Lc. 2. 10-11).

Já dissemos, em outras oportunidades, que Ele não se tornou Salvador porque nasceu em uma estrebaria; nem porque surpreendeu aos sábios, quando, aos 12 anos de idade, discutiu com eles, mostrando Sua grande Sabedoria; também não foi porque nasceu da linhagem de Davi; nem tampouco porque discipulou alguns homens para serem seus seguidores e portadores da Grande Nova.

Ele se tornou Salvador porque morreu em uma cruz, em meu lugar, em seu lugar, em nosso lugar; mas não está hoje na cruz, e nem na tumba: Ressuscitou! Aleluia!

O céu vai voltar à terra, a segunda vinda de Jesus, e voltará com os convertidos a Ele [Igreja] para reinar sobre as Nações a partir de Jerusalém.

Se vamos voltar com Ele é porque, algum tempo antes, ou falecemos no Senhor [ou seja, convertidos a Ele], ou fomos arrebatados vivos, mas transformados, com corpos incorruptíveis, para o encontro com Ele nos ares, entre nuvens (I Ts. 4. 17).

Se isto ocorrer é porque fomos por Ele salvos da ira vindoura, a Grande Tribulação, anunciada por Jesus, como nunca houve igual antes, nem haverá jamais (MT. 24. 21).

Como no Dilúvio, quando os justos “foram retirados da terra”, para serem salvos da morte nas águas que assolaram o mundo: no Arrebatamento, também, serão retirados da terra os convertidos ao Senhor Jesus [Igreja].

A “arca” não visitou cada cidadão, cada família, cada grupo social, cada grupo “religioso”, cada grupo étnico, cada grupo cultural, para pegá-los a domicílio para o embarque na viagem salvadora.

Deus permitiu o embarque mediante uma aliança com Noé, que era homem temente a Deus [justo aos olhos do Senhor]; e os passageiros escolhidos por Ele foram o próprio Noé, sua esposa, seus filhos e suas noras, incluindo pares de animais [um par de alguns, e sete pares de outras espécies].

Assim será no Arrebatamento que se aproxima, Deus permitirá que sejam levados para o encontro com Jesus nos ares, entre nuvens, os convertidos a Cristo, tratados na Bíblia como “justos”, como “escolhidos”, como “santos” e diversas outras expressões similares.

A arca, conforme afirmamos, não bateu de porta em porta, mas Jesus está batendo na porta de nossos corações: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei e cearei com ele e ele comigo” (Ap. 3. 20).

Está na nossa exclusiva dependência: temos que ouvir, temos que abrir a porta!

O Céu que já veio à terra, na presença física de Jesus, em um nascimento sobrenatural, voltará à terra, pisará o Monte das Oliveiras, derrotará o anticristo, que estará governando na época com grandes desastres e corrupção, além de uma terrível perseguição ao Povo de Deus.

A partir daí, única e verdadeira Paz haverá no mundo todo, pela presença do Salvador, do Rei, do Leão da Tribo de Judá, governando sobre as Nações, a partir de Jerusalém.

A Palavra Profética, séculos antes de Cristo, já se referia ao que acontecerá então: “O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito; o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e as suas crias juntas se deitarão; o leão comerá palha com o boi. A criança de peito brincará sobre a toca da áspide, e o já desmamado meterá a mão na cova do basilisco. Não se fará mal nem dano algum em todo o meu santo monte, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor, como as águas cobrem o mar” (Is. 11. 6 a 9). Em resumo, haverá a tão sonhada PAZ.

E todas essas bênçãos, toda essa Paz, toda a felicidade, todo o bem, toda a falta de choro, toda a ausência de lamentos e murmurações se darão aos Filhos de Deus, àqueles que tiveram o direito de assim serem transformados [de criaturas a filhos] a partir da aceitação pessoal e voluntária do Senhor Jesus no coração (Jo. 1. 12).

Tudo isso se dará, pela vontade soberana de Deus, e para isso orou o salmista no capítulo 144.  5, que diz: “Abaixa, ó Senhor, os teus céus, e desce”.

O céu descerá de novo! Jesus retornará conforme profeticamente anunciado, e conforme Ele próprio disse, e os seus estarão com Ele [novas criaturas], transformados, sem pecado, sem dissabores; haverá Paz eterna, a única Paz possível porque Jesus estará reinando.

É o momento de acordarmos, é hora de despertarmos do sono, é hora de vigiar e orar, é hora de ganhar outros para Jesus obedecendo ao seu mandar: “ide e fazei discípulos” (MT. 28. 19), “ide e pregai o evangelho a toda a criatura” (Mc. 16. 15); “sereis minhas testemunhas (...) até aos confins da terra” (At. 1. 8).

O fazer isso é cumprir a vontade de Deus, que “não quer que ninguém pereça, e que todos cheguem ao arrependimento [se convertam a Ele]” (II Pe. 3. 9).

Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!

Edmar Torres Alves – editor do Sê Fiel

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Para judeus, morte de Sharon "sinal da vinda do Messias"

A morte do ex-primeiro-ministro Ariel Sharon, parou Israel por alguns dias. Em coma desde 4 de janeiro de 2006, por causa de um AVC, ele teve falência múltipla dos órgãos no dia 11 de janeiro.

Contudo, para muitos judeus sua morte teve um sinal profético. Considerado o mais importante rabino na história moderna de Israel, Yitzhak Kaduri é tido como um profeta por milhares de seus seguidores.

Durante muitos anos foi chamado de “rabino dos rabinos” pois não era rara que outros líderes judaicos o procurassem pedindo aconselhamento. Mesmo com a idade avançada, era responsável pela escola de rabinos Nahalat Yitzhak Yeshiva. No dia de seu enterro, cerca de 200 mil pessoas seguiram o caixão pelas ruas.

Ele faleceu em 2007, aos 108 anos de idade, e deixou uma enigmática carta que só poderia ser divulgada um ano depois que tivesse morrido. Nela, ele conta que encontrou-se pessoalmente com o Messias e lhe foi revelado o seu nome. Para a surpresa geral, escreveu que era Yehoshua, ou Jesus.

Obviamente isso chocou o meio religioso em Israel, mas a família assegurou a veracidade do documento. Contudo, as ameaças começaram a surgir e a mídia israelense negou-se a repercutir o assunto.

A profecia de Kaduri não cita a data ou a hora em que o Messias seria revelado, mas deixa um adendo perturbador. Só ocorreria depois que Ariel Sharon tivesse morrido. Não há explicação de qual seria a ligação entre os dois acontecimentos, mas os seguidores de Kaduri voltaram a ser assunto com o óbito do ex-premiê.

O pastor Carl Gallups foi um investigador de polícia antes de se dedicar ao ministério. Ele escreveu o livro The Rabbi Who Found Messiah [O rabino que encontrou o Messias] em 2010, onde faz uma investigação da vida e das profecias de Kaduri. Para ele, está claro que muito em breve algo grande deve acontecer em Israel.

Chuck Missler, um conhecido pastor e pregador, autor de dezenas de livros sobre profecia bíblica, declarou que “as implicações destas declarações surpreendentes, vindas do rabino ultra ortodoxo mais venerado em Israel causam impacto em cada um de nós que acreditam que Deus não esqueceu Israel”.

Muitos sites especializados nos estudos das profecias afirmam que os cristãos não podem levar em consideração esse tipo de afirmação, pois o rabino Kaduri nunca afirmou ter recebido Cristo, tornando-se um cristão. Contudo, muitos outros estão fazendo uma conexão com os eventos cósmicos que começarão em Israel este ano, as chamadas “4 luas de sangue”. Segundo estudiosos, existe uma conexão direta entre os quatro próximos eclipses lunares (chamados de lua de sangue) e o que eles anunciam para Israel e para toda a humanidade. Com informações de WND.

Autor: Jarbas Aragão

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